Povo. Com certeza, o cenário político mundial virou mercado de peixe. Peixe, não, banana. A querida Hillary, a Clinton. Resolveu nessa linda semana fria de verão brasileiro. Vir ao Brasil discutir sobre a política adotada pelo Brasil, em relação a ameaça nuclear iraniana. Pois bem, só quem não é atento a política não pode ver as segundas, terceiras e quartas intenções da americana. Ou melhor, dos americanos.
Não é de hoje que todos sabem que eles querem dominar o mundo (quase um nazismo). E eles assim como o amigo alemão, querem fazer isso atacando diretamente a engrenagem do mundo. Nesse caso onde tiver petróleo. Assim se faz a roda da economia norte-americana rodar.
A viagem de Hillary a Brasil, é uma jogada estratégica. Se quem detem o ouro negro, estiver sem defesas. Os estado-unidenses terão menos trabalho em retirar o que querem. Com isso, quando o governo do Irã ( não vou falar o nome do presidente do Irã, pois como todos sabem é um nome "infalável". E chega a dar nó até na língua do William Boner.) que recentemente anunciou que vai instalar estudos nucleares, e que também vai enriquecer urânio. Opa, bomba atômica. Foi logo o que os americanos pensaram. Visto que eles conhecem muito bem esse "brinquedinho" de detonar. Tratou-se então, de comunicar a ONU, que enviou um termo pedindo que o Irã parasse com a história de enriquecer material radioativo.
Começava uma crise mundial contra o país "saudito". Até que, o "presida das arabias" veio até o país do carnaval. Metáfora. O Mahmoud (cujo o nome é pronunciado por Marmud, com um sotaque carioca no "r") veio até aqui, quando estava quente. Dava até para pegar uma corzinha (como se no país dele não desse). Fez uma missão diplomática, e foi elogiado pelo Polvo, ou melhor, pelo Lula. Que praticamente pois mais lenha na fogueira, e quase declarou guerra a América, mais conhecida como Estados Unidos. Porque fez comentários que parabenizavam a atitude iraniana, de poluir menos. A Hillary chegou quase um ano depois, no verão. Só que fazia frio. O que a impossibilitava de tirar palidez de sua pele. O que a deixou ainda mais "amigável" com a situação. Consequentemente, foi bombardeada por Amorim. E o Luís Inácio, disse a ela que não se deve pressionar o Irã.
É Hillary, pode se dizer que, você passa pelos três piores anos da sua vida. Primeiro, perde eleição antes sequer da votação. Segundo, é arrasada pela crise mundial. E terceiro, é chamada pra ser chefe de estado, no pior momento da economia americana e acaba sendo uma das promessas dos norte-americanos, após a crise. Detalhe, 99,9% das promessas do povo lá de cima, não são cumpridas. Bem como os políticos ao sul do Equador. Só para que saibam, esse é o momento que o autor deixa para que vocês riam da cara deles.
(In memorian de Hillary)kkkkkkkkkkkkkk. Ops.
É, a bruxa está solta. Se quer um conselho Clinton. Amanhã, não saia do hotel. Se for levantar olhe bem e veja se o pé direito é o que você vai colocar no chão. Se for comer verifique antes, pode estar envenenada. Não faça viagens, o avião pode cair. E quando você for dormir, aproveita que está no Brasil e chama um pai de santo, alguém que incorpore o Chico Xavier, um bom exorcista, uma rezadeira, um pajé, um pastor da universal, se puder até o Papa. E peça que eles façam tudo para tirar essa uruba de você. E o mais importante, vê se para com essa mania de querer mandar na vida, ou melhor na política dos outros.
Hillary, nada contra.
LordRafid
Um comentário:
Talvez os americanos possam deixar de ser imperialistas e começarem a respeitar os desejos dos outros paises. Eles tem que aprender que o mundo nao e deu so mais de 6 bilhoes de pessoas, que com certeza querem mais da vida oque te que acatar ordens de um pais que se diz superior.
Acho que a Hillary tinha que arruma suas malas repensa a sua vida e da o fora do Brasil.
Aqui quem manda sao os brasileiros!
Pedro H. C. Moura
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