Pessoas, volto depois de longas, muito longas férias. E por falar em férias, esse é o motivo que volto a escrever. Dei um "tapa" no desing, puxei um novo assunto, e comecei a escrever. Espero que gostem, divulgem, e por favor, comentem!
O tema de hoje, como não poderia deixar de ser é a suposta guerra na cidade maravilhosa do Rio de Janeiro.
A maçante exposição na mídia do caos vivido no rio, é ponto para se estressar. Quem não convive com os tiros, e com o medo, realmente já se cansou de ver por mais de 24:00h de noticiário soldados parados, e que somente no instante que você se cansa e pega no sono, ou desliga a tevê, resolvem fazer algo mais importante do que ficar parado ao lado dos "tanques especiais" da marinha.
A menos que você more no Rio, ou tenha parentes lá, ou ainda, (queira muito ir para o céu...) Você concorda que realmente isso já está mais do que esgotado. E mesmo assim, vou escrever sobre isso (irônico).
Os ataques da bandidagem vieram a público no começo da semana de 21/11/2010, por motivos nada aparentes. As UPPs (Unidades de Policia Pacificadora) foram a grande chave que abriu a porta do que se vê hoje. Pausa! Um adendo: as polícias surgiram no Reino Unido, com a Revolução Industrial, para resolver pequenos casos de furto, e para manter a ordem e a paz da sociedade.
Hoje em dia, é quase impossível viver sem ela. Porém, o mais cômico disso tudo é que haja visto, a polícia do Rio de Janeiro não garante mais a paz e a ordem aos cidadãos cariocas. Foi necessário então, criar a policia pacificadora! Já que a já existente era, talvez, corrupta ( = O), ou então burocrata demais para cumprir seu papel.
As UPPs surgiram e foram a melhor alternativa encontrada para resolver o problema do narcotráfico. Segundo o governo. Porém, os sistemas de "pacificação" mostraram ser extremamente frágeis com o complexo e organizado tráfico marginal carioca. Os esquemas da UPP e bandidagem iam muito bem, até que o território dos vilões, começou a ficar pequeno demais, e o governo começou a querer impressionar de mais o mundo, com a Copa e as Olimpíadas.
O resultado é esse caos total. Ou vai ou racha. É de se concordar que a situação é critica, e que o problema é finito. Porém, não deve-se esquecer que isso já dura muito tempo nas grandes metrópoles. E que essa atitude era necessária a muito tempo. Realmente a atitude tomada foi a correta. Acabar de uma vez por todas com isso. Só que nada faz mais, o governo, do que a sua obrigação! E a sociedade carioca também.
É muito sensacionalismo dizer que se vive uma guerra, com menos de 40 mortes. É UM ABSURDO DIZER QUE ISSO É UMA GUERRA! Se isso for uma guerra, então o Iraque esta vivendo o Apocalipse. É sim um cenário de guerra ter tanques nas ruas lutando contra o tráfico, porém, em uma guerra, tudo pára, e se vai a procura dos ideais, de conquistas. Todos pegam em armas e saem lutando contra os inimigos. Para o Brasil entrar em uma guerra, falta o principal, o patriotismo.
Pessoas por favor, nós brasileiros, devemos amar a pátria, cumprir nossas obrigações, e ir a luta. Tirar os merdas do poder. Acabar com esses traficantes mijões. Com essa alta sociedade que é mais baixa que uma prostituta. E assumir que nessa amálgama, nessa mescla cultural, nos somos um país. País que está crescendo, e muito. Que vai sem dúvida, ser muito importante para o mundo. E já está sendo.
Seja em Sao Paulo, no Rio, ou até na "puta que o pariu", isso é inaceitável. Termos soldados que até ontem convivam em harmonia ( e muita "solidariedade" $$) com os bandidos, falando que resolveram os problemas só porque colocaram a bandidagem "pra" correr. O problema não está aí, enquanto houver compradores, simpatizantes, ou o escambau, o trafico vai continuar. A pobreza dos favelados não vai acabar, nem mesmo com as crianças brincando na piscina do traficante.
Está na hora do brasileiro começar a cumprir seus deveres, e EXIGIR seus direitos. Porque além do mais, o Rio de Janeiro continua lindo (os tanques de guerra não vão ficar para sempre). O Rio de Janeiro continua sendo. O Rio de Janeiro: fevereiro e março!
Aquele abraço
Rafid