A água cai do céu, molha o solo, hidrata as plantas, e vai para debaixo da terra. Lá onde estão os lençóis freáticos. Bem, logo depois a água torna a evaporar, para de novo se tornar chuva. É um ciclo normal. Porém não é bem o que esta acontecendo no Rio de Janeiro.
Lá, em vez de irrigar o solo, a chuva alaga a cidade. E depois, culpam a natureza. COVARDES. Ratos imundos da mais funda fossa. Se antes vocês, assim como a natureza fizessem o papel que vos é dado. Não, melhor colocar a culpa na mãe, assim como Freud. O ciclo da água estava ali a muito, muito mais tempo do que qualquer homem que pensou em ocupar qualquer cidade do mundo. E que mundo é esse?
Não é mais mundo, não é mais lar. É onde agora chamam de zona globalizada. Sim, por que antes a Terra não era um globo, era plana, ou poligonal. O problema do Rio de Janeiro, assim como o problema de Bangladesh, como o problema da Cidade do México, ou da Ilha de Bornéu; é simples. IGNORÂNCIA. Da espécie mais nua e crua que se pode relatar. O problema dessas cidades não são um mas três. O primeiro, é político, e envolve diretamente os políticos (Só uma pausa, para mim, todos os políticos deveriam se chamar Deputado, porque Deputado vem de "de puta". Ou seja aquele trocadilho infame, "Seu filho da puta". Por que parece que é isso o que eles são.). O segundo também é político, mas envolve os cidadãos. E o terceiro, mais grave o ecológico, mas esse é para o final.
Não importa, o ser, pode ser o pior da face da Terra, mas, quando ele administra outros seres, ele não pode dormir, enquanto alguém, que está sob sua tutela dele, não tiver onde dormir. Senão, o administrador, não é gente; é alienígena, ou o escambau. Pode ser corrupto ou puritano, preto ou branco, o importante numa hora de calamidade, é assumir o erro e tentar (pelo menos) consertar. É muito mais bonito, e HUMANO.
O segundo problema, é da população. "MEU DEUS, POR QUE 'NOS' ABANDONASTES?". Acompanhe o simples raciocínio. O brasil é uma república democrática. Isto significa, que os brasileiro são regidos por uma constituição e por um presidente. E que todos os brasileiros aptos para voto, podem escolher a criatura que o melhor vai representar no poder. INDEPENDENTEMENTE DE CESTA BÁSICA OU NÃO. O voto é sigiloso, ninguém precisa saber. E ele é seu, só seu. Então, meu pai, por que toda eleição é a mesma coisa, muito se fala nos jornais e na imprensa, muito é debatido. Mas ai, na última hora, a "boca de urna" acontece e o candidato mais
Para encurtar, vou partir ao terceiro, e mais grave. Gostaria que antes de ler esse parágrafo, você pensasse em destruir sua casa. Isso mesmo, imagine você com vários sacos de lixo na mão. Imagine que você joga todo o lixo pela sua casa. Agora, imagine que você esparramou óleo inflamável pela casa e agora decide atear fogo em tudo. Depois você acaba, por destruir tudo. TUDO, até que não sobre pedra sobre pedra. Gostou de imaginar isso?
É isso que está acontecendo. Ou melhor, pior. Casa? Compra-se outra. Apartamento? "Tenho dois". Um planeta? "Não tem preço". Então, pense que ao jogar aquele pequeno pedacinho de papel, alguém joga uma tonelada na sua cama. Que quando você não participa da coleta seletiva da sua cidade são tirados de você 10 anos de vida. Tudo é muito bom quando não é com você. O que precisa ser entendido, é que um ser humano, não é só um ser humano. Ele faz parte de uma cadeia, que faz parte de um ecossistema, que faz parte de um planeta. Planeta, tão bonito, que pode não estar aqui para que você o veja.
2 comentários:
excelente o texto,falo tudo,os maiores problemas sao o descaso e a ignorancia eh isso que acaba com o país.e depois ficam pondo a culpa em deus.ou pior.nos politicos.ta certo que eles realmente sao culpados mas antes de tudo foi a populaçao que o elegeu.e outra.tem que ter um pouquinho de bom censo pra saber que essas enchentes iam acontece e que aqueles morros iam desabar.o Brasil tem que resolve um problema antes de tudo:a BURRICE.
Obrigado pelo comment, realmente, o Brasil, precisa acabar com o seu maior problema, a burrice, ou como gosto de chamar a hipocrisia.
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